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Na segunda-feira (19), a moeda norte-americana encerrou a sessão em alta de 2,63%, cotada a R$ 5,2501.


O dólar opera em queda nesta terça-feira (20), após registrar forte alta na véspera, em meio à aversão ao risco no exterior diante do aumento nos casos globais de Covid-19.


Às 16h35, a moeda norte-americana recuava 0,55%, a R$ 5,2212. Veja mais cotações.


Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 2,63%, vendido a R$ 5,2501. É o maior patamar de fechamento desde 8 de julho (R$ 5,2561). No mês, a divisa tem avanço de 5,58%. No ano, passou a acumular alta de 1,21%.


Cenário


A fraca agenda de indicadores econômicos no Brasil e o recesso parlamentar orientam as atenções para a cena externa, onde têm predominado receios sobre impactos econômicos de novas ondas de coronavírus pelo mundo.


Como notou o Bradesco, os mercados mostram instabilidade conforme os mesmos temas seguem no radar dos investidores, de acordo com a Reuters.


"As preocupações com os impactos da variante Delta no processo de reabertura econômica limitam a recuperação dos mercados", disse o banco em relatório matinal, em que cita a força recente do dólar antes da temporada de balanços corporativos de empresas norte-americanas.


De forma geral, o dólar voltou a ganhar terreno no mundo desde junho, com investidores colocando nos preços aperto da política monetária nos Estados Unidos. No Brasil, a moeda sobe 7,2% desde que tocou uma mínima de cerca de R$ 4,89 em 25 de junho.


Dan Kawa, CIO da TAG Investimentos, diz por ora não ter visão direcional para a moeda no Brasil.


"Ainda acredito que o cenário-base seja de muita volatilidade e pouca tendência", afirmou, acrescentando que em momentos de maior otimismo prefere adicionar posições pró-dólar, como o fez no fim do mês passado.


Puxada também pelo clima político interno mais ruidoso, a volatilidade do real desde o começo do mês voltou a ser a mais alta dentre pares comparáveis. A volatilidade implícita do real – uma medida do grau de incerteza sobre os rumos da moeda – para três meses está em 16,5%, acima até mesmo da medida para a instável lira turca, que está em 14,8%.


Powell, do Fed, permanece focado em recuperação de empregos e vê alta na inflação como temporária

Mercado financeiro eleva pela 15ª semana seguida a estimativa de inflação no ano e prevê Selic a 6,75%



Fonte: G1 Globo



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