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Entidades empresariais do Brasil e da Europa se uniram nesta sexta-feira (30) para reafirmar seu compromisso com a sustentabilidade e defender a implementação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Durante encontro virtual, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Business Europe, que representa confederações de empresas do bloco europeu, e a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) divulgaram uma declaração em apoio ao acordo.

A diretora de Relações Institucionais da CNI, Monica Messemberg, afirmou que Mercosul e União Europeia acordaram disciplinas muito avançadas em desenvolvimento sustentável que impulsionam, dos dois lados, a implementação de regras internacionais em meio ambiente, clima e trabalho celebradas no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A diretora afirmou que o Brasil e suas empresas são players historicamente ativos em relação ao desenvolvimento sustentável e construíram uma economia ambientalmente responsável. A ratificação do acordo, avaliou a diretora, “reafirmará os compromissos do Brasil com a sustentabilidade e promoverá um quadro regulatório que vai aumentar a competitividade do país para a retomada de mercados”.

Leia a íntegra da declaração de apoio ao acordo.

Entidades do Brasil e da Europa reiteram compromissos com sustentabilidade no acordo Mercosul-UE

Acordo contribuirá para a recuperação no pós-pandemia de Covid-19

O presidente da CIP, António Saraiva, ressaltou o acordo permitirá ganhos econômicos aos dois blocos e contribuirá para a superação da crise desencadeada pela pandemia de Covid-19. “Esse é um dos acordos mais avançados já assinados pelas duas partes e que proporcionará ganhos em termos de sustentabilidade e que poderá trazer crescimento econômico e empregos gerados de modo sustentável”, disse.

O diretor-geral da BusinessEurope, Markus Beyrer, disse que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia permitirá o alcance de objetivos não apenas econômicos, mas também de sustentabilidade. “O acordo tem um dos capítulos mais fortes sobre sustentabilidade que a União Europeia já assinou. A sua ratificação vai abrir novas possibilidades, possibilidades de mercado e também de contribuirmos para os objetivos de sustentabilidade”, disse.

Para o vice-presidente executivo da Comissão Europeia e Comissário do Comércio, Valdis Dombrovskis, o tratado abrirá oportunidades para as empresas nos dois blocos, ajudando a criar empregos de qualidade na Europa e na América Latina. “Esse acordo também é um marco no que diz respeito a compromissos relacionados a mudanças climáticas e a alvos de sustentabilidade”, disse.

Acordo reforma compromissos multilaterais, diz ministro

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, embaixador Carlos Alberto Franco França, destacou que o acordo reforça compromissos multilaterais assumidos pelo Brasil no que diz respeito à sustentabilidade e reconhece o papel do comércio no desenvolvimento sustentável e no combate à mudança climática. Numa perspectiva de longo prazo, observou o ministro, deixar de ratificar e implementar o tratado não beneficiará nem o Mercosul nem a União Europeia.

"Há grande probabilidade de que os fluxos de comércio entre os blocos regridam ou fiquem estagnados. Abrir mão dos elementos de cooperação e fortalecimento da implementação dos compromissos de sustentabilidade previstos no acordo não trará absolutamente nenhum benefício ao meio ambiente ou ao desenvolvimento sustentável", afirmou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, disse que há uma consonância entre Brasil e Portugal, do ponto de vista estratégico, de que o acordo é importante para as relações entre a União Europeia e a América Latina.

“O acordo tem relevância econômica e impacto econômico positivo, mas também um impacto geopolítico muito importante. O acordo é um instrumento de ouro para consolidar a relação histórica e contemporânea entre a União Europeia e os países do Mercosul, entre a União Europeia e a América Latina e entre a União Europeia e as Américas. O acordo é importante para o mundo, para o comércio internacional e para uma ordem internacional fundada em regras”, afirmou.


Fonte: Portal da Indústria


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