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A Nova Kaeru é uma empresa brasileira pioneira no curtimento orgânico de plantas e peixes (pirarucu). Com vinte anos de experiência, todo o processo de curtição utilizado pela empresa é baseado em métodos naturais, no respeito ao meio ambiente e às pessoas. A partir da inclusão da tecnologia, sem perder de vista os conceitos de responsabilidade e de respeito ao meio ambiente, os produtos desenvolvidos pelo curtume são utilizados por sofisticadas marcas de moda e acessórios do mundo todo.

Todo o processo da empresa prioriza a economia circular. Os couros de peixe provêm de resíduos da indústria alimentícia, todos os fornecedores são rastreados e há uma atenção especial com toda a cadeia que se inicia no cuidado aos pescadores, criadores, famílias e a natureza.

Dentro desta perspectiva de trabalhar com produtos não convencionais, que agregam beleza, sofisticação e, principalmente, sustentabilidade, a Nova Kaeru apostou nas folhas da planta Orelha de Elefante para desenvolver um produto que tem características similares a do couro animal. Foram cinco anos de pesquisa e desenvolvimento para a criação do biotecido denominado de beLEAF. Os agentes curtentes utilizados são todos orgânicos e não há uso de metais pesados.

Para o acabamento, há uma camada de proteção em poliuretano sintético que a empresa vai mudar para PU vegetal. No processo industrial, são inseridas etapas no momento do curtimento onde se tem o aproveitamento de água, estação de tratamento e todos os requisitos para que o processo de menor impacto ao meio ambiente. Além disso, a empresa emprega mais de 80 fucionários em uma região essencialmente rural, melhorando a qualidade de vida destas pessoas.

A orelha de elefante é uma planta tropical que ocorre nas margens de florestas e rios. A “Alocasia Macrorrhiza” nasce livremente, não sendo tipicamente cultivada. A escolha por esta planta foi feita pela combinação de beleza, disponibilidade e área foliar. As plantas produzem grandes folhas ao longo do ano.

A empresa plantou milhares de mudas entre as fileiras de seu reflorestamento de mogno e nas margens de seu replantio de árvores nativas da região (Mata Atlântica), bem como nas margens dos cursos d’água que cortam a propriedade.

A água utilizada no processo de curtimento das folhas, após tratamento para balanceamento de PH, é enviada de volta aos campos do entorno da fábrica, para reaproveitamento na fertilização e irrigação das plantas. O interessante do beLEAF é que sua matéria prima são folhas, mais vegano que isso impossível! O beLEAF foi premiado como o melhor material natural de 2019 na exposição Première Vision Paris.

Fonte: Stylo Urbano


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